Adoçantes: consumo seguro e impactos na microbiota intestinal

Introdução

O consumo excessivo de açúcar é um problema de saúde pública. Por isso, a busca por alternativas para sua substituição visa atender à necessidade dos consumidores (IDEC, 2023).

Os adoçantes tiveram seu consumo expandido, significativamente, nas últimas décadas, devido aos inúmeros problemas acarretados pelo consumo de açúcar que pode desencadear efeitos prejudiciais à saúde, incluindo resistência à insulina, acúmulo de gordura no fígado, elevação dos triglicerídeos e ácido úrico, além da erosão do esmalte dentário — fatores que o tornam um dos principais contribuintes para os problemas de saúde em escala global (Dutta et al., 2024), além de possíveis conexões com certos tipos de câncer e declínio cognitivo (Stanhope, 2016; WHO, 2023).

Em resposta ao uso excessivo do açúcar e às diretrizes globais de saúde, com a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de limitar a ingestão de açúcar livre a 10% da ingestão energética diária total (OMS, 2015; WHO, 2023), cresce o interesse por soluções que permitam reduzir o teor calórico dos alimentos sem alterar suas características sensoriais. Tanto adoçantes naturais (Figura 1), como os glicosídeos de esteviol, quanto sintéticos, como aspartame e sucralose, têm sido amplamente utilizados pela indústria de alimentos e bebidas como alternativas tecnológicas capazes de proporcionar sabor doce com menor aporte energético (Sylvetsky; Rother, 2022).

Segundo a ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, adoçante de mesa é o produto formulado para conferir sabor doce aos alimentos e bebidas, enquanto o edulcorante é a matéria-prima usada nos adoçantes (Brasil, 2005).

Os adoçantes não nutritivos (ANNs) são substâncias com poder adoçante muito superior ao do açúcar, porém com baixo ou nenhum valor calórico por grama. Eles podem ser de origem sintética ou natural — e, entre estes, os de origem natural têm ganhado cada vez mais espaço entre os consumidores que buscam alternativas consideradas mais saudáveis (Carocho et al., 2017).

Figura 1: Adoçantes sintéticos e naturais

Fonte: Autores.

Segundo a “Food and Drug Administration” (FDA, 2015), os adoçantes de baixa caloria (ABCs), como os polióis ou álcoois de açúcar, são carboidratos de baixa digestibilidade obtidos a partir da hidrogenação de açúcares ou xaropes. Com doçura entre 25% e 100% da sacarose, fornecem menos calorias, não causam cáries e têm baixo impacto na glicemia. Tanto os adoçantes não nutritivos (NNS) quanto os de baixa caloria (LCS) são amplamente utilizados não só por pessoas com diabetes, mas também pelo público em geral, e estão presentes em diversos produtos com redução calórica, desde bebidas, produtos de laticínios, sobremesas, chocolates, geleias e até gomas de mascar.

Apesar de aprovados por agências regulatórias internacionais, como a Autoridade Europeia de Segurança de Alimentos (EFSA), estudos recentes têm levantado preocupações quanto aos potenciais efeitos metabólicos no organismo e sobre a microbiota intestinal, decorrentes do uso prolongado desses compostos (Lobach, Roberts; Rowland, 2018; Ahmad; Friel; Mackay, 2020;). Ainda assim, evidências também indicam benefícios relacionados ao controle glicêmico e à redução de calorias, o que reforça a necessidade de uma avaliação crítica e equilibrada sobre a influência dos adoçantes na saúde (Nichol; Holle; An, 2018; Toews et al., 2019).

Impactos do consumo de adoçantes na microbiota intestinal

O trato gastrointestinal humano abriga uma enorme comunidade de microrganismos, principalmente bactérias, que vivem em equilíbrio e desempenham funções essenciais, como a digestão, a produção de vitaminas, a modulação do sistema imunológico e a manutenção do equilíbrio metabólico (Zhao et al., 2024), sendo essencial para a nossa saúde.

No entanto, mudanças na sua composição — provocadas, por exemplo, pelo consumo de substâncias que interferem nesse equilíbrio, como alguns aditivos alimentares e adoçantes — têm sido associadas a distúrbios metabólicos, doenças neurológicas e até certos tipos de câncer (Cao et al., 2020).

O consumo de adoçantes ANNs tem sido amplamente estudado nos últimos anos devido ao seu potencial impacto na microbiota intestinal, que é um componente fundamental da saúde digestiva e metabólica do organismo. No entanto, ainda existem muitas lacunas no conhecimento sobre como esses adoçantes afetam tanto pessoas saudáveis quanto aquelas com condições de saúde específicas (Serrano et al., 2021, Santos et al., 2024).

Evidências científicas recentes indicam que os ANNs, como aspartame, sacarina e sucralose, podem alterar a composição da microbiota intestinal, promovendo desequilíbrios na diversidade e abundância bacteriana, o que pode levar a uma condição conhecida como disbiose. Esse desequilíbrio tem sido associado a efeitos metabólicos adversos, incluindo a potencial indução de resistência à insulina e alterações no metabolismo energético e lipídico, conforme demonstrado em estudos de revisão sobre o tema (Suez et al., 2022; Lee et al., 2024).

Estudos experimentais, em modelos animais e testes in vitro, mostram que o consumo contínuo desses adoçantes provoca mudanças significativas na microbiota, o que pode influenciar a saúde de forma decisiva (Zheng et al., 2022; Yu; Henderson; Guo, 2023). No estudo de Ruiz-Ojeda et al. (2019), os pesquisadores concluíram que os efeitos dos adoçantes na microbiota intestinal ainda não são totalmente claros. Entre os ANNs, sacarina e sucralose parecem causar algumas alterações, enquanto os extratos de estévia também podem influenciar a composição bacteriana. Já os polióis, como isomalte, maltitol e xilitol, podem agir como prebióticos, aumentando a população de algumas bactérias benéficas, mas também podem causar efeitos como flatulência em doses elevadas. Ainda segundo esses pesquisadores, até o momento, apenas a sacarina e a sucralose (adoçantes não nutritivos) e a estévia (adoçante natural) alteram a composição da microbiota intestinal.

Frankenfeld et al. (2015) constataram em estudo in vivo, com homens e mulheres que consumiram aspartame e acessulfame-K, em comparação com indivíduos que não consumiram nenhum adoçante, que houve uma diminuição na variedade de microrganismos intestinais, passando de 24 para 7 filos existentes.

Muitos estudos identificaram uma correlação positiva entre o consumo de aspartame e alterações na microbiota intestinal de roedores, segundo Xue et al. (2025). Em camundongos que consumiram aspartame na dose diária aceitável durante 6 meses, Bian et al. (2017) verificaram alterações em diversos gêneros bacterianos, com modificação na dinâmica intestinal, com aumento de marcadores inflamatórios, como a metaloproteinase de matriz 2 e a óxido nítrico sintase no fígado.

Amostras fecais de 13 voluntários saudáveis e consumidores de adoçantes (aspartame, sucralose e estévia) foram estudadas por Gerasimidis et al. (2020). Os autores observaram que a sucralose elevou a abundância relativa dos gêneros Escherichia, Shigella e Bilophila na microbiota intestinal.

Os esteviosídeos, embora de origem natural, também têm sido objeto de investigação por sua capacidade de impactar certas populações bacterianas intestinais (Singh et al., 2024). Segundo Conz et al. (2023), os mecanismos pelos quais os adoçantes afetam a microbiota incluem a modulação do crescimento de espécies bacterianas específicas, a alteração da expressão de genes microbianos e a interação com receptores intestinais. Essas interações acabam por alterar a função microbiana, especialmente a produção de metabólitos benéficos, como os ácidos graxos de cadeia curta (AGCCs) e a resposta imune local (Posta et al., 2023).

Ainda que os dados em humanos sejam mais limitados e os resultados dos ensaios clínicos sejam por vezes inconsistentes, a prudência é recomendada. Apesar do potencial benefício dos adoçantes na redução do consumo calórico de açúcares, os riscos associados ao impacto sobre a microbiota intestinal apontam para a necessidade de cautela no consumo e para o aprofundamento de pesquisas a longo prazo em populações humanas para melhores compreensões e diretrizes de segurança de alimentos (Lustig, 2023).

Assim, considera-se essencial priorizar uma dieta equilibrada, rica em fibras e alimentos fermentados, para promover uma microbiota intestinal robusta e saudável (Wastyk et al., 2021; Serrano et al., 2021).

Considerações finais

Os adoçantes representam uma alternativa importante para a redução do consumo de açúcar e do valor calórico de alimentos e bebidas. No entanto, embora sejam aprovados por órgãos regulatórios e amplamente utilizados, o uso contínuo dessas substâncias ainda desperta debates na comunidade científica, especialmente quanto aos seus efeitos sobre o metabolismo e a microbiota intestinal.

Estudos recentes apontam que alguns adoçantes artificiais, como a sacarina, a sucralose e o aspartame, podem alterar o equilíbrio das bactérias intestinais e interferir em processos metabólicos importantes. Por outro lado, adoçantes de origem natural, como os derivados da estévia, e polióis, como o xilitol, tendem a apresentar um perfil mais seguro, embora também devam ser consumidos com moderação.

Diante disso, é fundamental que o uso de adoçantes seja consciente e inserido em uma alimentação equilibrada e variada, priorizando sempre alimentos naturais e minimamente processados. O consumo moderado, aliado a hábitos saudáveis e ao acompanhamento de profissionais de saúde, é a melhor estratégia para equilibrar sabor, prazer e bem-estar.

Ainda são necessários mais estudos para entender se as alterações observadas na microbiota intestinal e para investigar os efeitos de adoçantes para os quais não há evidências claras. Ensaios clínicos bem planejados, com doses adequadas e acompanhamento de longo prazo, são essenciais para avaliar como adoçantes não nutritivos e de baixa caloria podem influenciar a microbiota e impactar a saúde, incluindo o risco de doenças crônicas.

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