Tendências globais que têm tornado o controle de pragas mais estratégico

Engenheiro Marcelo Pereira, fundador da Ultralight e criador da primeira armadilha luminosa adesiva brasileira, faz análise sobre o cenário atual nas indústrias 

Os insetos voadores podem contaminar alimentos e superfícies com patógenos perigosos. Moscas domésticas e varejeiras, por exemplo, são conhecidas por carregar bactérias como Salmonella e E. coli, que podem causar doenças graves em humanos. Além disso, a presença de insetos em instalações de alimentos pode levar a penalidades regulatórias severas e danos à reputação do empreendimento.

Diante deste cenário, as indústrias de alimentos têm buscado entender quais são as tendências globais para tornar o controle de pragas mais estratégico. O engenheiro Marcelo Pereira, fundador da Ultralight e criador da primeira armadilha luminosa adesiva brasileira, observa que muitas empresas ainda tratam o controle de pragas como uma simples obrigação contratual ou um custo a ser reduzido. Mas esse olhar está mudando.

“As tendências globais mostram com clareza essa direção. O controle de pragas está se tornando mais estratégico, mais sustentável”, afirma.

Uma das mudanças mais expressivas, segundo o especialista, é a digitalização cada vez mais presente no chão de fábrica. “O caderninho já ficou para trás. Hoje temos armadilhas inteligentes, sensores que detectam automaticamente a entrada de uma praga, câmeras, inteligência artificial e softwares que processam tudo isso em tempo real. Não são apenas dados: são informações valiosas para a tomada de decisão.”

Com o uso de inteligência artificial, é possível identificar automaticamente o tipo de praga capturada, criar mapas de calor e prever sazonalidades, o que permite ações preventivas mais eficientes. “Você sabe o momento exato em que o roedor entrou, em qual armadilha, como estavam as condições de temperatura e umidade naquele instante. Com essas informações, conseguimos determinar a origem da infestação e agir na causa raiz do problema”, explica.

Outra tendência importante é a integração dos sistemas. Marcelo acredita que, em um futuro próximo, os sistemas de controle de pragas estarão conectados com as ferramentas de gestão da qualidade e da segurança de alimentos. “As informações geradas pelo manejo integrado de pragas precisam dialogar com os sistemas como o APPCC. Isso vai permitir uma gestão mais robusta e eficiente, alinhada com os princípios da segurança de alimentos.”

A visão estratégica do controle de pragas, portanto, passa por um novo momento. O setor está diante de uma transformação que une tecnologia, sustentabilidade e inteligência de dados.

Por que armadilhas luminosas têm se tornado a melhor opção para monitoramento e controle de insetos voadores?

Controle sem químicos: ao contrário dos inseticidas tradicionais, que podem introduzir resíduos químicos nos alimentos e ambientes de trabalho, as armadilhas luminosas são uma solução livre de substâncias químicas. Isso as torna ideais para uso em ambientes sensíveis, como áreas de processamento de alimentos e hospitais.

Monitoramento contínuo: as armadilhas luminosas não apenas capturam insetos, mas também fornecem dados valiosos sobre a infestação. A análise dos insetos capturados permite identificar padrões de atividade, tipos de insetos presentes e o nível de infestação. Isso facilita o ajuste das estratégias de controle e o planejamento de medidas preventivas.

Segurança e conformidade: o uso de armadilhas luminosas ajuda as empresas a permanecerem em conformidade com as normas de Segurança dos Alimentos, minimizando o risco de contaminação cruzada e garantindo que o ambiente permaneça seguro para a produção e o armazenamento de alimentos.

Saiba mais como as armadilhas luminosas Ultralight podem te ajudar, assegurando a qualidade e preservando a reputação da sua marca, entre em contato agora mesmo através do link.

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